What is our limit, when will we max out?
Carla and Henriette Hochdorfer
Amanaiê

Mês passado recebi um convite da Amanaiê, por meio do Mario Nogueira - Gerente de Projetos da empresa e fundador do Pagestacker - para gerenciar uma equipe de desenvolvimento que seria criada.
A Amanaiê cria, produz e distribui aplicativos sociais, que trazem novas maneiras para as pessoas se relacionarem entre si, além de tornarem seu dia-a-dia mais fácil e divertido.
Fundada por Gilberto Alves Junior - designer de interfaces há 8 anos e mantenedor do blog prati.ca. Foi um dos primeiros a trabalhar com Web 2.0 e escrever sobre o assunto no Brasil - e por Michael Nicklas - que tem trabalhado com desenvolvimento de software e integração nos últimos quinze anos. Tem grande habilidade em identificar novas tecnologias e implementar modelos de negócio inovadores, ajudando empresas como Viacom, Univision, IBM, Nielsen e Disney a desenvolver iniciativas estratégicas de tecnologia. Michael também é sócio da Thirst, uma empresa de serviços de design e desenvolvimento de software, baseada em Nova York, onde mora - tem sido destaque na mídia nacional e estrangeira.
Alguns dias depois, aceitei o desafio de criar excelentes produtos sociais para o mercado nacional. Junta-se ao nosso time, nos próximos dias, Dante Regis - Grande filósofo :) - e um outro cara que dispensa apresentações - ainda não posso dizer quem é :).
UPDATE:Querem saber quem é o outro cara? De uma olhada aqui.
Let's Rock!
Modismo - Ágil e Rails

Todos aqui devem saber que eu sou um defensor de Metodologias Ágeis e de Rails. Tive o prazer de começar com Rails a uns 3 anos atrás, e a uns 2 anos com Ágil - Scrum, XP, Lean. Durante este tempo tenho colhido bons frutos das minhas escolhas e, como bom evangelista, eu prego aquilo que acredito e o que faço.
Mas nem tudo são flores, tenho me deparado com algumas coisas que me deixaram um pouco frustrado: O modismo. Modismo? Sim, Modismo. Modismo, é aquela tendência de comprar, fazer, falar e ser o que todos são no momento, ou seja, um indivíduo sem idéias fixas e definidas, que são guiados pela mídia - A ditadura que domina a cabeça das pessoas.
Mas isto é legal. Todos usando Rails e sendo "ágil"!!! Não é este o problema, vamos fazer uma análise: Quando comecei com Rails, tínhamos poucos desenvolvedores, tanto no Brasil quanto lá fora, e era mais do que nossa obrigação divulgar. Era o que podíamos fazer para conseguir expandir o mercado de trabalho e poder trabalhar profissionalmente com aquilo que aprendemos a gostar. E sabe o que tínhamos na época? Um monte de feras como o Akita, Tino Gomes, Lucas Húngaro, Tapajós, Ronaldo Ferraz, Rodrigo (caffo), Demetrius Nunes (dema), Bruno Miranda e outros. Isto era muito bom, porque era uma comunidade super pequena mas de alto nível, qualquer assunto levantado era discutido por quem sabia o que estava falando. Hoje nós temos uma comunidade “inchada”, com poucos excelentes programadores Ruby/Rails e um monte de “usuários” do framework.
Conheço um monte de “usuários” Rails que não sabem nada de Ruby. Alguns outros chegam a chamar o Rails de linguagem, pasmem, isto é o cumulo da ignorância. A rails-br se tornou uma lista de newbie, com perguntas que são facilmente respondidas fazendo uma busca no Google ou no próprio grupo, tornam-se extensas threads inúteis.
O mesmo está acontece com as metodologias ágeis: todos estão falando de ágil, cursos novos, certificações e um monte de blah, blah, blah. Está cheio de consultores e consultorias pronto para moldar um Scrum para sua empresa. Conseguem criar um produto "bonito" e cheio de marketing sem entender os conceitos, regras e fundamentos das metodologias. São apenas aberrações.
Já trabalhei com diversas metodologias, incluindo RUP, Espiral, Cascata e Incremental - que eu lembre foram estes, e o que diferencia estas metodologias tradicionais são o enfoque e os valores, a idéia das metodologias ágeis é o enfoque nas pessoas e não em processos ou algoritmos, a preocupação de gastar menos tempo com documentação e mais com a implementação. Mas para alcançar resultados é exigido muito de cada pessoa, da equipe e da organização, precisa de comprometimento, sacrifício, acreditar – ter fé, saber trabalhar em equipe, o que diga-se de passagem é impossível para a maioria das pessoas - no seu orgulho besta e infantil. Não adianta rotular como ágil sua empresa e não ter atitude. Melhor continuar sem o rótulo ou você vai ferrar com seu projeto/empresa.
Tenha em mente que Ruby não é a solução para tudo, e Ágil também não. O importante não é o que você usa: é quem e como usar. As pessoas ficam entusiasmadas com tudo que escutam e acabam por colocar o carro na frete dos bois.
Leia também:
- Agile indo para o buraco?
- Agile não é para todos
- The Decline and Fall of Agile
- The Decline and Fall of Agile
- Skipping Their Vegetables
- Rails não é solução para tudo
- Como Ruby on Rails pode o tornar um programador pior
4º Circuito Paraná de Software Livre
Nos dias 24 e 25 de abril, estará sendo realizado na Faculdade Sul Brasil - FASUL de Toledo, o 4º Circuito Paraná de Software Livre
Novamente estarei palestrando, e vou falar sobre Desenvolvimento Ágil de Software e a difícil adaptação das equipes. Aqui está a programação do evento para Toledo.
Maiores informações aqui e inscrições aqui.
Divulguem e não deixe de participar
Top Brazilian Rubyists to follow on Twitter
Some friends have encouraged me to write a post with profiles of personalities and developers of the Ruby/Rails World here in Brazil, as well as the RubyLearning, in 50+ Rubyists to Follow on Twitter and Top Ruby Merbists to follow on Twitter.
This list does not include all profiles, but it should give you a great start to following some talented brazilian Rubyists.
- AkitaOnRails - Fabio Akita
- arthurgeek - Arthur Zapparoli
- brupm - Bruno Miranda
- caffo - Rodrigo Franco
- carlosbrando - Carlos Brando
- daviscabral - Davis Cabral
- dcrec1 - Diego Carrion
- derencius - Marcus Derencius
- divoxx - Rodrigo Kochenburger
- dtsato - Danilo Sato
- eduardofiorezi - Eduardo Fiorezi
- egenial - Carlos Eduardo
- fabiokung - Fabio Kung
- flaviogranero - Flávio Granero
- fnando - Nando Vieira
- georgeguimaraes - George Guimarães
- herval - Herval Freire
- jmonteiro - Júlio Monteiro
- jonysk - Jony dos Santos
- lucashungaro - Lucas Húngaro
- mlemos - Manoel Lemos
- ozeias - Ozéias Sant'ana
- pcalcado - Phillip Calcado
- tapajos - Marcos Tapajós
- taq - Eustáquio Rangel
- tinogomes - Celestino Gomes
- viniciusteles - Vinícius Teles
Update: We are updating the list based on your recommendations.
This dude also talk about Ruby/Rails, sometimes :-).
We forgot to anyone?
You can help. Please feel free to add a link to a Brazilian Rubyist’s Twitter profile. Add yours, too.
Os melhores Rubyists brasileiros para seguir no Twitter
Alguns amigos tem me encorajado a escrever um post com perfis de Personalidades e Desenvolvedores do Mundo Ruby/Rails aqui do Brasil, assim como o RubyLearning, nos posts 50+ Rubyists to Follow on Twitter e Top Ruby Merbists to follow on Twitter.
Esta lista não inclui todos os perfis, mas deve dar-lhe um grande começo para seguir alguns brasileiros talentosos.
- AkitaOnRails - Fabio Akita
- arthurgeek - Arthur Zapparoli
- brupm - Bruno Miranda
- caffo - Rodrigo Franco
- carlosbrando - Carlos Brando
- daviscabral - Davis Cabral
- dcrec1 - Diego Carrion
- derencius - Marcus Derencius
- divoxx - Rodrigo Kochenburger
- dtsato - Danilo Sato
- eduardofiorezi - Eduardo Fiorezi
- egenial - Carlos Eduardo
- fabiokung - Fabio Kung
- flaviogranero - Flávio Granero
- fnando - Nando Vieira
- georgeguimaraes - George Guimarães
- herval - Herval Freire
- jmonteiro - Júlio Monteiro
- jonysk - Jony dos Santos
- lucashungaro - Lucas Húngaro
- mlemos - Manoel Lemos
- ozeias - Ozéias Sant'ana
- pcalcado - Phillip Calcado
- tapajos - Marcos Tapajós
- taq - Eustáquio Rangel
- tinogomes - Celestino Gomes
- viniciusteles - Vinícius Teles
Update: Estamos atualizando a lista com base em suas recomendações.
De vez enquanto este cara aqui também fala alguma coisa de Ruby/Rails :-).
Esquecemos de alguém?
Você pode ajudar. Fique à vontade para adicionar no comentários um link para um perfil do Twitter de outro brasileiro. Adicione o seu também.
Steve Jobs - Universidade de Stanford
O vídeo abaixo é bem conhecido, e é um discurso feito por ele a formandos da Universidade de Standford, e fala sobre sua adoção, vida acadêmica, demissão da Apple, a Next e a Pixar. O vídeo tem aproximadamente 15 minutos de duração.
Abaixo tem a transcrição do vídeo, enviado pelo leitor da MacMagazine, João Carlos da Silva Faria.
Você tem que encontrar o que você ama
Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira história é sobre ligar os pontos.
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.
Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”
Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.
Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.
Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.
Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.
Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa - sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.
Minha segunda história é sobre amor e perda.
Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.
E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.
Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].
Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.
A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.
E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.
Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.
Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.
Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.
Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.
Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.
Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.
Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.
Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.
Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.
Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.
E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.
Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.
Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.
Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:
“Continue com fome, continue bobo.”
Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.
Obrigado.
Pixily
A empresa ao lado da Townconnect em Waltham, a Pixily, é uma das finalistas da Amazon Startup Challenge. Parabéns a toda equipe, incluindo nossos amigos que fazem parte da equipe brasileira.
Para quem é organizado, ou gosta de organização, vai encontrar na Pixily um serviço de alto nível.
Você pega todos os teus documentos, papéis e envia para a Pixily, eles digitalizam seus documentos em uma conta privada e segura. Dessa forma fica muito fácil agregar, organizar, localizar e compartilhar os documentos.
Não deixe de criar sua conta na Pixily, e dar seu voto a ela na Amazon Startup Challenge.
TownConnect, Inc.

Depois de 2 anos na Prati-Donaduzzi, chegou a hora de mudanças. Alguns dias de conversas e entrevistas, tenho o prazer de dizer que faço parte agora do time da TownConnect, Inc.
A TownConnect, Inc. é uma startup localizada nos EUA, e seu produto é uma rede social muito bem organizada e focada em serviços para a família, amigos e comunidade.
Junto comigo entra o Thiago Pradi, e nós nos juntamos ao Fábio Espindula, que foi o grande responsável por tudo isto.
Obrigado Mike, Obrigado Fábio.
Vamos trabalhar agora!!!
English Version:
After 2 years in Prati-Donaduzzi, the hour of changes arrived. Some days of conversation and interviews, I'm pleased to say I'm now part of dream team.
Thanks Mike, Thanks Fábio
So, let's rock
Primeiro Post

Bom, este é o primeiro post oficial no meu novo blog, e diga-se de passagem, eu estou muito feliz com isto. O meu antigo domínio, iconcreative.net, não fazia mas sentindo desde que comecei a fazer parte da comunidade rails.
Com um novo layout, que vai ganhar corpo com o tempo, e bastante novidades como podcast, screencast e muito mais conteúdo para a comunidade.
Aguardo sugestões, dicas e também críticas, é com elas que trarei informações certas, na pedida certa para cada leitor.
Revistas, uma grande palhaçada
Mensalmente recebemos aqui na empresa uma revista, que deveria servir de informação para o pessoal de TI. Particularmente, acho difícil encontrar uma revista de qualidade, e prefiro ler blog's que me trazem conteúdo sempre novo e atualizado.
Mais por que A grande palhaçada?. Bom, imaginem vocês que esta revista fez uma grande reportagem sobre um mega data center da Microsoft, e mais um monte de balela. No final do artigo, em destaque, colocaram um pequeno trecho sobre o Firefox 3. O artigo fala um pouco sobre o lançamento do browser, sobre o recorde e no final termina assim:
"Em termos de produto, o Firefox 3 agradou ao público com recursos amigáveis; mas o projeto parece não se encaixar no universo corporativo."
Quero apenas fazer algumas considerações:
- O Firefox Day foi no dia 18 de Junho, ou seja, a revista está bem atualizada (Edição de 22 de julho).
- O Firefox está sim no ambiente corporativo, não usa quem acha que web é coisa do sobrinho.
- O cara que perde tempo a ler uma revista desta está na zona de conforto e não quero nem falar sobre isto.
- Se você for fazer uma entrevista em uma empresa e ver estas revistas no balcão, vá embora e procure outra.
E o restante da revista ??? 82 páginas de "blablabla", da mais pura perda de tempo.
O pior de tudo, é que tem empresas que preferem que você leia uma destas revistas, do que deixarem você ler um blog atualizado e bem feito.
UPDATE:
O link correto da revista é este. Não é possível acessar o site da revista sem o www. Por que será ???
3º Circuito Paraná de Software Livre em Cascavel
Nos dias 15 e 16 de agosto, estará sendo realizado no Auditório da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE de Cascavel, o 3º Circuito Paraná de Software Livre
No dia 15 teremos palestras e não precisa de inscrição para participar. Já no dia 16 teremos várias atividades acontecendo simultaneamente, com direito a oficinas, installfest e palestras.
Sobre as palestras, teremos duas que particularmente eu recomendo, a primeira: Uma Introdução sobre Ruby on Rails por Davis Cabral e Ozéias Sant'ana, e a segunda Métodos ágeis e sua relação com o Software Livre por Rafael Caceres.
Maiores informações aqui e inscrições aqui.
Yo Rails! - Agregador de links de Rails
Peter Cooper anunciou em seu blog o lançamento do Yo Rails!, um agregador de links sobre rails.
Dei uma "fuçada" nele e basicamente ele tem a mesma utilidade que o RubyOnda. A diferença é que no Yo Rails! você tem uma "Tag Cloud" gigantesca e quando clica em uma das tags ele te mostra os artigos daquela tag e outras tag relacionadas ao assunto.
Recomendo os dois para se manter atualizado e para divulgar os seus links.
Novo endereço do feed
Resolvi dar mais uma arrumada na casa e alterar meus feed's para o FeedBurner. Com isto terei mais controle sobre os assinantes e se trocar o endereço do site, a galera que assina não vai ter problemas.
Para assinar:
Todos: http://feeds.feedburner.com/osantana
Comentários: http://feeds.feedburner.com/osantana-comments
Para os atuais assinantes deixarei o antigo ativo por mais um tempo.
Em breve mais novidades!!!
TweetWheel - Descubra a sua rede de amigos
![]()
Estou começando a usar o twitter, mais por curiosidade e, pra ser sincero, também não entendi muito para que serve. Andei dando uma olhada em addons para o firefox e widget/badge em gerais.
Uma das coisas que eu achei foi o TweetWheel, uma aplicação que gera um gráfico com os teus contatos. Me parece um mapeamento dos teus contatos e contatos em comum.
Dicas ?




